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Manifesto

Acreditamos que sabores, aromas e objetos também contam histórias extraordinárias sobre seu povo e sobre como vivem. Entendemos que a nossa cultura é  aquilo que define nossa identidade comum como um povo, e ao cultivá-la,  estamos celebrando as nossas raízes. E, como conhecemos o poder mágico da saudade, gostamos de desfrutar os sentimentos autênticos que nos fazem viajar para um lugar ou tempo na memória.

Valorizamos o produtor artesanal que se debruça em sua atividade e, com mãos calejadas, nos entrega mais do que produtos, e sim histórias. Admiramos a vastidão criativa do nosso povo que revela a essência e autenticidade de produtos criados pela reunião de tradições que encontrou o Brasil como lar. 

Revelar a essência da cultura brasileira é portanto - um resgate, uma viagem, uma celebração, um cuidado e uma homenagem para nós mesmos.

Ao longo dos últimos anos, pesquisamos e reunimos produtos, receitas e histórias que atravessaram gerações e mantiveram a qualidade autêntica de sua origem.  

 

Para nós, “bão” mesmo é contar histórias em “causos” e comer “trem”.

 

Em texto de Cornélio Pires (1921) nos oferece uma definição do nosso povo caipira que compartilhamos aqui:

 

“E o nosso progresso? E a grandeza e desenvolvimento desta pátria de mais de trinta milhões de habitantes? E as nossas riquezas agrícolas e pastoris? – Quem as desenvolve e sustenta? Os nossos amigos estrangeiros, em pequeno número, relativamente à população nacional? Eles nos têm ajudado, mas toda a base, toda a garantia, toda a segurança e riqueza da pátria estão no fazendeiro brasileiro, no caipira lavrador ou campeiro, nos seus pastoreios...

Só o brasileiro é capaz de desbravar os nossos sertões...e cultivar as fertilíssimas terras, carregando em lombo de burro os produtos de suas colheitas para o mercado, para as pontas de linha, não se deixando vencer pela falta de estradas...”

“Mas quem são os caipiras?

São os filhos das nossas brenhas, de nossos campos, de nossas montanhas...

Nascidos fora das cidades, criados em plena natureza...tímidos e desconfiados, felizes, francos e de rara inteligência...”